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"Semeio-me entre as folhas do papel, com o mel e as cores dos casais. Divago “vagarinho” lá no céu, desejo que haja amor e muito mais. Sou pleno em pura simplicidade, meu canto se abre pra sorte, meu pranto se curva só pra morte. Porque tem que ser assim? Por que tem que ser assim? Poderia ser tudo, menos mudo. O mundo é tanto que nem cabe na gente. Tenho o dom da mocidade, formiga e cigarra na flor da idade..." 
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